Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11612/8775
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dc.contributor.advisorMoura-Berto, Kethlen Leite de-
dc.contributor.authorRibeiro, Lourdes Maria Resende-
dc.date.accessioned2026-07-17T17:58:35Z-
dc.date.available2026-07-17T17:58:35Z-
dc.date.issued2026-07-17-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Lourdes Maria Resende. “Agora não é hora de brincar”: O lugar do brincar na Educação Infantil – Uma análise da BNCC e das DCNEI à luz da Psicologia Histórico-Cultural. 2026. 55f. Artigo de graduação (Graduação em Pedagogia) - Universidade Federal do Tocantins, Miracema do Tocantins, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8775-
dc.description.abstractThis undergraduate final paper analyzes the conceptions of play present in Early Childhood Education policies, with emphasis on the National Common Curricular Base (BNCC) and the National Curricular Guidelines for Early Childhood Education (DCNEI), based on the assumptions of Historical-Cultural Psychology. The objective is to critically analyze how play is conceptualized in these normative documents and to what extent these conceptions are materialized in everyday educational practices. The study problematizes the tension between the legal recognition of play as a structuring axis and a learning right and the school reality, in which play is often treated in an instrumental way, reduced to a secondary activity or mere entertainment. Methodologically, the research is characterized as qualitative, with a documentary and bibliographic nature, grounded in theoretical contributions from Historical-Cultural Psychology and in the critical analysis of official documents that guide Early Childhood Education in Brazil. The results indicate that, although educational policies guarantee play as a pedagogical principle and a child’s right, its implementation in schools is still marked by reductionist conceptions, which disregard play as a central activity for children’s psychological development. It is concluded that the persistence of these conceptions reveals gaps in teacher education, which hinder the construction of pedagogical intentionality capable of promoting cultural appropriation and children’s integral development. Therefore, the effective realization of play as a fundamental right requires conscious, theoretically grounded pedagogical mediation that overcomes spontaneous practices and rigidly school-centered routines in Early Childhood Education.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsAcesso parcialpt_BR
dc.subjectEducação infantil; Brincar; Políticas educacionais; Desenvolvimento.pt_BR
dc.title“Agora não é hora de brincar”: O lugar do brincar na Educação Infantil – Uma análise da BNCC e das DCNEI à luz da Psicologia Histórico-Culturalpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEste Trabalho de Conclusão de Curso analisa as concepções de brincar presentes nas políticas educacionais da Educação Infantil, com ênfase na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI), à luz dos pressupostos da Psicologia Histórico-Cultural. O objetivo consiste em analisar criticamente como o brincar é concebido nesses documentos normativos e em que medida tais concepções se materializam no cotidiano das práticas educativas. O estudo problematiza a tensão entre o reconhecimento legal do brincar como eixo estruturante e direito de aprendizagem e a realidade escolar, na qual a brincadeira é frequentemente tratada de forma instrumental, reduzida a atividade secundária ou mero entretenimento. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza documental e bibliográfica, fundamentada em produções teóricas da Psicologia Histórico-Cultural e na análise crítica dos documentos oficiais que orientam a Educação Infantil no Brasil. Os resultados evidenciam que, embora as políticas educacionais assegurem o brincar como princípio pedagógico e direito da criança, sua efetivação ainda é marcada por concepções reducionistas, que desconsideram a brincadeira como atividade central para o desenvolvimento psíquico infantil. Conclui-se que a persistência dessas concepções revela lacunas na formação docente, que dificultam a construção de uma intencionalidade pedagógica capaz de promover a apropriação cultural e o desenvolvimento integral da criança. Assim, a efetivação do brincar como direito fundamental exige uma mediação pedagógica consciente, teoricamente fundamentada, que supere práticas espontaneístas e rotinas rigidamente escolarizadas no cotidiano da Educação Infantil.pt_BR
dc.publisher.campusMiracemapt_BR
dc.subject.cnpqCiências humanas; Educação; Graduação.pt_BR
dc.publisher.cursoPedagogiapt_BR
dc.publisher.localMiracemapt_BR
dc.publisher.levelGraduaçãopt_BR
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