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http://hdl.handle.net/11612/8629| Autor(a): | Rodrigues, Alessandra Belém |
| Orientador: | Santos, Igor do Carmo |
| Título: | A pior vida é melhor que a morte? Reflexões interseccionais sobre saúde mental nos cuidados paliativos |
| Palavras-chave: | Cuidados paliativos; Saúde mental; Interseccionalidade; Política Nacional de Cuidados Paliativos. |
| Data do documento: | 26-Mai-2026 |
| Editor: | Universidade Federal do Tocantins |
| Citação: | RODRIGUES, Alessandra Belém. A pior vida é melhor que a morte? Reflexões interseccionais sobre saúde mental nos cuidados paliativos. 2025. 58f. Monografia (Graduação em Psicologia) - Universidade Federal do Tocantins, Miracema do Tocantins, 2026. |
| Resumo: | INTRODUÇÃO: Os cuidados paliativos podem ser permeados de sofrimento psíquico uma vez que esses pacientes e familiares estão lidando com doenças que ameaçam a continuidade da vida. Esse sofrimento pode ser intensificado a partir das barreiras interseccionais que dificultam o acesso a esses serviços de saúde, além da sobrecarga da cuidadora. OBJETIVOS: Para tanto, o objetivo geral do presente trabalho é refletir sobre os atravessamentos interseccionais que envolvem o sofrimento psíquico nos cuidados paliativos para além do luto a partir da Política Nacional de Cuidados Paliativos. METODOLOGIA: A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, para compreender o estado da arte da interseccionalidade e os cuidados paliativos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Observa-se grande lacuna teórica em relação aos estudos sobre as barreiras interseccionais frente ao acesso aos cuidados paliativos, não sendo discutido ou pouco discutido sobre as dificuldades de pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+, de classes socioeconômicas baixas e periféricas. CONCLUSÃO: A Política Nacional de Cuidados Paliativos vem contribuir para amenizar essas dificuldades interseccionais de acesso aos cuidados paliativos a partir dos princípios da universalidade e da equidade, mas ainda é insuficiente para superá-las, é necessário mais estudo acerca do tema. |
| Abstract: | INTRODUCTION: Palliative care can be permeated by psychological suffering, as patients and their families are dealing with life-threatening illnesses. This suffering may be intensified by intersectional barriers that hinder access to these health services, in addition to the caregiver’s burden. OBJECTIVES: Therefore, the general objective of this study is to reflect on the intersectional factors involved in psychological suffering in palliative care beyond bereavement, based on the National Palliative Care Policy. METHODOLOGY: The methodology used was bibliographic research, aimed at understanding the state of the art regarding intersectionality and palliative care. RESULTS AND DISCUSSION: A significant theoretical gap was identified in studies on intersectional barriers to accessing palliative care, with little to no discussion about the challenges faced by Black, Indigenous, LGBTQIAP+ populations and individuals from low-income or peripheral socioeconomic contexts. CONCLUSION: The National Palliative Care Policy contributes to mitigating these intersectional barriers to accessing palliative care through the principles of universality and equity. However, it remains insufficient to overcome them, and further studies on the topic are needed. |
| URI: | http://hdl.handle.net/11612/8629 |
| Aparece nas coleções: | Psicologia |
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