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Autor(a): Alvarenga, Helen Laurrane Rinaldi de Freitas
Orientador: Machado, Fernando de Almeida
Título: Adequação das prescrições de inibidores da bomba de prótons em ambiente hospitalar: uma revisão integrativa de literatura
Palavras-chave: Inibidores da bomba de prótons;Hospitalização;Prescrição inapropriada;Indicações terapêuticas
Data do documento: 27-Abr-2026
Editor: Universidade Federal do Tocantins
Citação: ALVARENGA, Helen Laurrane Rinaldi de Freitas. Adequação das prescrições de inibidores da bomba de prótons em ambiente hospitalar: uma revisão integrativa de literatura. 2022. 73 f. TCC (Graduação) - Curso de Medicina, Universidade Federal do Tocantins – Câmpus Universitário de Palmas, Palmas, To, 2022.
Resumo: O primeiro inibidor da bomba de prótons (IBP) lançado no mercado foi o omeprazol no ano de 1989. Devido seu melhor potencial para aumentar e manter o pH intragástrico do que os medicamentos antissecretórios existentes na época, os antagonistas do receptor H2 da histamina, seu uso passou a ser difundido em todo o mundo. Apesar da sua elevada eficácia, essa droga pode causar efeitos adversos, especialmente em pacientes com insuficiência hepática. Além disso, é capaz de interagir com outras medicações, tais como clopidogrel, diazepam, fenitoína, entre outros. O uso dos IBPs tem crescido significativamente e estão entre os medicamentos mais vendidos no mundo. Sabendo disso, o presente estudo buscou avaliar a adequação dessa classe de medicamentos em ambientes hospitalares através de uma revisão integrativa da literatura. Para isso, foram consultadas as plataformas LILACS, PUBMED, Scielo e Science Direct durante o período de novembro de 2021 a março de 2022. Para a busca foram utilizados descritores e estratégias combinadas de buscas, com artigos publicados entre os anos de 2006 a 2021. Na seleção dos artigos foram estabelecidos critérios de inclusão e exclusão, que resultaram em 11 artigos elegíveis para o estudo. Os percentuais de adequação variaram de 32% a 73,9% nos diferentes estudos. Segundo as pesquisas, hipertensos e diabéticos são os grupos com maior risco de receberem prescrições inadequadas. Hospitais que receberam intervenções sobre as boas práticas de prescrição dos IBPs demonstraram melhora nos valores de adequação. Nesta revisão integrativa não foram encontrados estudos avaliando a população pediátrica. Outra constatação do estudo foi a falta de consenso entre as diretrizes publicadas atualmente sobre as indicações dos IBPs. Concluiu-se que muitos pacientes recebem IBPs de forma inadequada, portanto, estão sujeitos a riscos evitáveis e geram grandes custos para serviços públicos de saúde. São necessários estudos avaliando a população pediátrica. Sobretudo, é necessário um consenso entre as diretrizes e políticas de conscientização sobre o uso para profissionais da saúde que trabalham em hospitais.
Abstract: The first proton pump inhibitor (PPI) released in the market was omeprazole in 1989. Due to its improved potential to rise and maintain the intragastric pH compared to the other antisecretory drugs existing at the time, the histamine H2 receptor antagonists, its use was disseminated all over the world. Despite its elevated efficacy, this drug can cause side effects, especially in patients with liver failure. Furthermore, it is capable of interacting with other drugs, such as clopidogrel, diazepam, phenytoin and others. The IPP use has significantly increased and they are among the best-selling medicines in the world. Knowing this, the actual study has sought to evaluate this drug class fitness in hospital environments through an integrative literature review. To do so, the platforms LILACS, PUBMED, Scielo and Science Direct have been consulted between the period of November 2021 and March 2022. To the research, descriptors and combined research methods were used, with studies published from 2006 to 2021. Inclusion and exclusion criteria have been set out in the studies selection, which resulted in 11 eligible papers to this study. The adequacy percentages ranged from 32% to 73,9% in the different studies. According to the researches, hypertensives and diabetics are the groups at greatest risk of getting inappropriate prescriptions. Hospitals that received interventions about the good practices of PPI prescription exhibited improvement in the adequacy values. In this integrative review, studies evaluating the paediatric population were not found. Another finding of this study was the lack of consensus among the guidelines about the indications of PPI that were currently published. In conclusion, many patients receive PPI inadequately, hence they are subject to avoidable risks and engender high costs to the health public services. Additional studies are required to assess the paediatric population. Above all, a consensus among the guidelines and awareness policies to the health professionals that work in hospitals about its use is necessary.
URI: http://hdl.handle.net/11612/8492
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