Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11612/8854
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dc.contributor.advisorAmaral , Leila Rute Oliveira Gurgel do-
dc.contributor.authorSeles, Rayane Santos de-
dc.date.accessioned2026-08-18T10:28:30Z-
dc.date.available2026-08-18T10:28:30Z-
dc.date.issued157-06-29-
dc.identifier.citationSELES, Rayane Santos de. Qualidade de vida de crianças hospitalizadas, resiliência e vivências de seus cuidadores. 2026.157f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Palmas, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8854-
dc.description.abstractChildhood hospitalization is a complex experience, with repercussions on the child's physical, emotional, and social well-being, as well as significantly impacting family dynamics and the emotional health of caregivers. This study aimed to analyze the association between the quality of life of hospitalized children and the resilience levels of their caregivers, as well as to understand the caregivers' experiences related to the childhood hospitalization process. This is a mixed-methods study, developed in the pediatric ward of the Palmas General Hospital, between September 2025 and March 2026. The quantitative phase included 79 hospitalized children, aged 5 to 7 years, and their respective caregivers. The Pediatric Quality of Life Inventory (PedsQL 4.0), the Adult Resilience Scale (ERA), and a sociodemographic questionnaire were applied. The qualitative phase consisted of 10 interviews guided by guiding questions with caregivers selected according to the highest and lowest levels of resilience. Quantitative data were analyzed using descriptive and inferential statistics, employing non parametric tests, Spearman correlation, and hierarchical linear regression, while qualitative data were subjected to thematic content analysis as proposed by Bardin. The results showed a significant association between children's quality of life and caregiver resilience, with the total PedsQL 4.0, score being the main predictor of parental resilience (β=1.07; 95% CI=0.659 1.539; p<0.001). A negative correlation was observed between length of hospital stay and caregiver resilience (ρ=-0.251; p=0.025), as well as a positive association between family income and resilience (ρ=0.302; p=0.009). Children hospitalized for external causes presented better quality of life scores compared to those hospitalized for chronic and metabolic diseases (p=0.005). In the qualitative analysis, categories emerged related to the emotional repercussions of hospitalization, coping strategies, spirituality, family support network, and relationship with the healthcare team. Data triangulation revealed that better indicators of children's quality of life were associated with higher levels of caregiver resilience and more positive coping experiences. It is concluded that better indicators of children's quality of life were associated with higher levels of caregiver resilience, highlighting the interdependence between the well being of the hospitalized child and the emotional health of the caregiver. The findings reinforce the need for humanized care practices, centered on the family and aimed at strengthening emotional support for caregivers in the context of childhood hospitalization.pt_BR
dc.formatapplication/pdfen_US
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsOpen Accessen_US
dc.subjectCriança hospitalizadapt_BR
dc.subjectQualidade de Vidapt_BR
dc.subjectResiliência Psicológicapt_BR
dc.subjectSaúde da Criançapt_BR
dc.subjectCuidadorespt_BR
dc.subjectHospitalized childpt_BR
dc.subjectQuality of Lifept_BR
dc.subjectPsychological Resiliencept_BR
dc.subjectChild Healthpt_BR
dc.subjectCaregiverspt_BR
dc.titleQualidade de vida de crianças hospitalizadas, resiliência e vivências de seus cuidadorespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coMarson, Poliana Guerino-
dc.description.resumoA hospitalização infantil constitui uma experiência complexa, com repercussões sobre o bem estar físico, emocional e social da criança, além de impactar significativamente a dinâmica familiar e a saúde emocional dos cuidadores. Este estudo teve como objetivo analisar a associação entre a qualidade de vida de crianças hospitalizadas e os níveis de resiliência de seus cuidadores, bem como compreender as vivências dos cuidadores relacionadas ao processo de hospitalização infantil. Trata-se de uma pesquisa de abordagem mista, desenvolvida na enfermaria pediátrica do Hospital Geral de Palmas, entre setembro de 2025 e março de 2026. Participaram da etapa quantitativa 79 crianças hospitalizadas, com idades entre 5 a 7 anos, e seus respectivos cuidadores. Foram aplicados o Pediatric Quality of Life Inventory (PedsQL 4.0), a Escala de Resiliência para Adultos (ERA) e questionário sociodemográfico. A etapa qualitativa foi composta por 10 entrevistas guiadas por perguntas norteadoras com cuidadores selecionados conforme os níveis mais altos e mais baixos de resiliência. Os dados quantitativos foram analisados por meio de estatística descritiva e inferencial, utilizando testes não paramétricos, correlação de Spearman e regressão linear hierárquica, enquanto os dados qualitativos foram submetidos à análise de conteúdo temática proposta por Bardin. Os resultados evidenciaram associação significativa entre qualidade de vida infantil e resiliência dos cuidadores, sendo o escore total do PedsQL 4.0, o principal preditor da resiliência parental (β=1,07; IC95%=0,659–1,539; p<0,001). Observou-se correlação negativa entre tempo de hospitalização e resiliência dos cuidadores (ρ=-0,251; p=0,025), além de associação positiva entre renda familiar e resiliência (ρ=0,302; p=0,009). Crianças internadas por causas externas apresentaram melhores escores de qualidade de vida em comparação às hospitalizadas por doenças crônicas e metabólicas (p=0,005). Na análise qualitativa, emergiram categorias relacionadas às repercussões emocionais da hospitalização, estratégias de enfrentamento, espiritualidade, rede de apoio familiar e relação com a equipe de saúde. A triangulação dos dados revelou que melhores indicadores de qualidade de vida infantil estiveram associados a maiores níveis de resiliência dos cuidadores e a experiências de enfrentamento mais positivas. Conclui-se que melhores indicadores de qualidade de vida infantil estiveram associados a maiores níveis de resiliência dos cuidadores, evidenciando a interdependência entre o bem-estar da criança hospitalizada e a saúde emocional do cuidador. Os achados reforçam a necessidade de práticas assistenciais humanizadas, centradas na família e voltadas ao fortalecimento do suporte emocional aos cuidadores no contexto da hospitalização infantil.pt_BR
dc.publisher.countryBRpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - PPGCSpt_BR
dc.publisher.campusPalmaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Ciências da Saúde

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