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http://hdl.handle.net/11612/8442Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Perius, Oneides | - |
| dc.contributor.author | Silva Júnior, Josimar José da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-04-14T13:55:03Z | - |
| dc.date.available | 2026-04-14T13:55:03Z | - |
| dc.date.issued | 2026-04-14 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA JÚNIOR, Josimar José da. A origem da violência no poder estatal em Hannah Arendt. 2025. 31 f. TCC (Graduação) - Curso de Filosofia, Universidade Federal do Tocantins – Câmpus Universitário de Palmas, Palmas, To, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11612/8442 | - |
| dc.description.abstract | This final project addresses a fundamental question in contemporary political philosophy: the relationship between power and violence within the state. The work is based on a critical analysis of contemporary events that highlight the excessive use of force by state agents, exemplified by the emblematic "Genivaldo case," which occurred in May 2022 in the state of Sergipe. The Genivaldo case represents a milestone in the discussion on police violence in Brazil. Genivaldo de Jesus Santos, a 38-year-old Black man with mental health issues, was the victim of a police stop that resulted in his death from mechanical asphyxiation and respiratory failure. During the operation, federal highway patrol officers confined him in the trunk of a patrol car and deployed tear gas and pepper spray, turning the space into a "gas chamber." This episode generated national and international commotion, becoming a symbol of the abuse of state power and institutionalized violence. The research is anchored in Hannah Arendt's (1906- 1975), political philosophy, particularly her conceptual distinction between power and violence. For Arendt, genuine power is based on consensus and collective participation, constituting a legitimizing force that emerges from the joint action of citizens. In contrast, violence manifests itself as a coercive instrument that, paradoxically, emerges when power collapses or is in crisis. Arendt's analysis of totalitarianism, developed in "The Origins of Totalitarianism," provides the theoretical framework for understanding how political regimes can instrumentalize violence as a mechanism of social control. The work draws parallels between historical totalitarian regimes, such as German Nazism, and contemporary manifestations of state violence. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Tocantins | pt_BR |
| dc.rights | Acesso livre | pt_BR |
| dc.subject | Hannah Arendt | pt_BR |
| dc.subject | Violência estatal | pt_BR |
| dc.subject | Poder político | pt_BR |
| dc.subject | Totalitarismo | pt_BR |
| dc.title | A origem da violência no poder estatal em Hannah Arendt | pt_BR |
| dc.type | Monografia | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presenteTrabalho de Conclusão de Curso aborda uma questão fundamental da filosofia política contemporânea com a relação entre poder e violência no âmbito estatal. O trabalho parte de uma análise crítica de eventos contemporâneos que evidenciam o uso excessivo da força por agentes do Estado, exemplificado pelo emblemático "caso Genivaldo", ocorrido em maio de 2022 no estado de Sergipe. O caso Genivaldo representa um marco na discussão sobre violência policial no Brasil. Genivaldo de Jesus Santos, homem negro de 38 anos portador de transtornos mentais, foi vítima de uma abordagem policial que resultou em sua morte por asfixia mecânica e insuficiência respiratória. Durante a ação, policiais rodoviários federais o confinaram no porta-malas de uma viatura e liberaram gás lacrimogêneo e spray de pimenta, transformando o espaço em uma "câmara de gás". Este episódio gerou comoção nacional e internacional, tornando-se símbolo do abuso de poder estatal e da violência institucionalizada. A pesquisa ancora-se na filosofia política de Hannah Arendt (1906-1975), particularmente em sua distinção conceitual entre poder e violência. Para Arendt, o poder genuíno fundamentase no consenso e na participação coletiva, constituindo-se como uma força legitimadora que emerge da ação conjunta dos cidadãos. Em contrapartida, a violência manifesta-se como um instrumento coercitivo que, paradoxalmente, emerge quando o poder entra em colapso ou se encontra em crise. A análise arendtiana do totalitarismo, desenvolvida em Origens do Totalitarismo, fornece o arcabouço teórico para compreender como regimes políticos podem instrumentalizar a violência como mecanismo de controle social. O trabalho estabelece paralelos entre os regimes totalitários históricos, como o nazismo alemão, e manifestações contemporâneas de violência estatal. | pt_BR |
| dc.publisher.campus | Palmas | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA | pt_BR |
| dc.publisher.curso | CURSO::PALMAS::PRESENCIAL::LICENCIATURA::FILOSOFIA | pt_BR |
| dc.publisher.local | Palmas | pt_BR |
| dc.publisher.level | Graduação | pt_BR |
| Appears in Collections: | Filosofia | |
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| File | Description | Size | Format | |
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| TCC Josimar José da Silva Júnior.pdf | 823.53 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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